Haddad, o xerife da economia, endurece contra fraude bancária e defende liquidação do Banco Master

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Legenda: Presidente Lula e Ministro Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou sua posição como verdadeiro xerife da economia brasileira ao defender a liquidação extrajudicial do Banco Master, medida tomada pelo Banco Central diante de indícios de uma possível maior fraude bancária da história do país.

Com postura firme e vigilante, Haddad destacou que mantém contato diário com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, garantindo respaldo institucional e reforçando a necessidade de uma apuração rigorosa, sem abrir mão do direito de defesa. “Podemos estar diante da maior fraude bancária do país. É preciso ser absolutamente firme na proteção do interesse público”, declarou.

Atuação integrada e implacável

  • Haddad ressaltou que a investigação tem conexões com a operação Carbono Oculto, deflagrada em 2025, que mobilizou mais de 1.400 agentes da Polícia Federal em dez estados contra esquemas de fraude tributária, lavagem de dinheiro e atuação do PCC no setor de combustíveis.
  • O ministro também mantém diálogo constante com o Tribunal de Contas da União (TCU), reforçando a convergência entre os órgãos de controle para que a verdade venha à tona e os responsáveis sejam punidos.

Defesa do sistema financeiro

A liquidação do Banco Master foi decretada após operações suspeitas envolvendo a venda de carteiras de crédito para o BRB, em um volume de R$ 12,2 bilhões. O Banco Central afastou a diretoria e acionou o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para proteger investidores e a poupança popular.

Haddad elogiou a robustez técnica da decisão do BC e reafirmou sua confiança na equipe de Galípolo. “Estou seguro do trabalho realizado. É um processo tecnicamente muito robusto”, disse, reforçando sua imagem de guardião da economia nacional.

Compromisso com responsabilidade fiscal

Além de enfrentar o escândalo bancário, Haddad anunciou que o Tesouro Nacional deve cumprir a meta fiscal de 2025 pelo terceiro ano consecutivo, com déficit em torno de 0,1% do PIB. “Isso dá mais segurança de que o resultado não é maquiado e que estamos cumprindo o compromisso com a responsabilidade fiscal”, concluiu.

Fernando Haddad se consolida como o “xerife da economia”, vigilante contra fraudes e firme na defesa do interesse público, mostrando que o Brasil não tolerará abusos contra o sistema financeiro e a sociedade.

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